Filosofia
Exposição de Filosofia "Saberes Fundamentais"
Dia Mundial da Filosofia
Dia Mundial da Filosofia 2
A comemoração deste dia pretende promover a Filosofia como ferramenta de reflexão sobre as diversas realidades em que se move o homem.
Dia Mundial da Filosofia
Em 2002 a UNESCO decidiu dedicar um dia internacional à filosofia. Em Portugal, este dia celebra-se na terceira quinta feira de Novembro. O Dia Internacional da Filosofia foi criado com a finalidade do reconhecimento "oficial" da sua perda de importância ou o seu risco de existência mundial.
Os seus principais objectivos são:
-Identificar possibilidades para um diálogo universal, aberto à diversidade dos participantes,
-Observar o mundo,
A Filosofia na Cidade - A Evolução do Espaço Público
A Filosofia, tal como a entendemos, surgiu na cidade, mais especificamente nas cidades-estado gregas, num tempo e num espaço que reunia toda uma série de condições económicas, sociais, políticas e culturais necessárias à emergência deste tipo de reflexão. Enquanto produto da cidade e da civilização ocidental, a Filosofia não poderia deixar de reflectir sobre os problemas que dizem respeito aos indivíduos enquanto cidadãos, que têm todo um conjunto de preocupações e interesses que concernem a todos. Na cidade de hoje, a sociedade democrática tem como referência central o Espaço Público, pois é pela vitalidade dessa mesma esfera que se mede a vitalidade do espírito democrático.
Filosofia, Retórica e Democracia
Este Trabalho foi realizado no âmbito da Disciplina de Filosofia e encontra-se organizado de acordo com os seguintes capítulos:
I - A Democracia Antiga – Direitos dos Cidadãos e Exercício dos Poderes
- II - A Cidade e a Justiça – Os Limites da Participação Democrática
- III - Cronologia – Acontecimentos Chave
- IV - Conceitos e Noções Básicas
- V - Filosofia, Retórica e Democracia
- VI - A Natureza dos Sofistas
- VII - Documentos Históricos
- VIII - Biografias – Os Proeminentes Filósofos - Sócrates e Platão
- IX - Biografias – Os Proeminentes Sofistas - Górgias e Protágoras
“Será a Morte incompatível com o Sentido da Vida?”
Tudo o que vemos, tudo o que descobrimos em cada dia, leva-nos a ver a vida de maneiras diferentes. Para uns, a vida é algo que não gostariam de perder por nada, porque a construíram com experiências únicas e que as repetiriam vezes sem conta. Para outros, esta não faz qualquer sentido porque nada do que conheceram os fez viver intensamente, nada nem ninguém os fez ver o que poderia ser a vida, qual o seu sentido. É difícil, por vezes, para pessoas que não acreditam em nenhuma divindade, fazê-las ver a vida como algo com sentido.
A morte para muitos é o destino; se não houvesse morte, não existiria dor e por isso ninguém daria valor às coisas boas da vida, se a vida não tivesse um fim, ninguém se esforçaria, ninguém teria objectivos, porque teriam todo o tempo do mundo e acomodar-se-iam. Mas, por outro lado, sim, a morte é incompatível com o sentido da vida, porque é injusto nascer para morrer, sabendo que não podemos concretizar todos os nossos objectivos. Porque na verdade vida e morte são antónimos e por isso não se poderiam complementar.
As estrelas dizem-nos o que não podemos ver…
A primeira estrela diz-me que estás bem, a segunda traz-me a notícia que vieste visitar-me, a terceira traz com ela um sorriso e a quarta traz consigo muitas outras que mostram a beleza da tua nova casa. Mas, quando o céu não tem estrelas, percebo que te mudaste de vez… Tento convencer-me desta mudança, torná-la uma simples metamorfose, como nos insectos; mas o meu coração leva-me até a ti. Procuro o desenho que descreva o teu estado actual, mas na tela só vêm os momentos que me aproximaram de ti. E, aí, desapareces deixando a mensagem que é um tradicional “até já” e que afinal de contas, a luz que sempre me acompanhava durante a noite se foi. Ocasiões me disseram que te conhecia de tal forma, que nunca me poderias pôr à margem, que jamais repetirias comigo o que fizeste com outros entes teus.
Mágoas
Há dias em que acordo com a luz resplandecente do sol e penso na beleza que a vida nos pode transmitir. Há outros, que me deixo levar por canções que me fecham noutro mundo, onde encontro espelhos que me mostram vidas que se foram e apenas os seus olhos ficaram nos meus.
Tento acreditar que esses olhos sonham as minhas ilusões, não esquecem a claridade dos tristes dias que nos acompanharam, não perdem a beleza de dois únicos olhos que ninguém conheceu para além de mim. Presságios me chegam e me aproximam mais e mais de quem já não se encontra comigo. Dois mundos nos separam por uma infinda saudade e por uma provocante mágoa, que se transforma numa lágrima caída na calçada da amargura.
Psicologia: Problematização do Conceito de Adaptação
Problematização do Conceito de Adaptação
- I - História Pessoal
Aquilo que somos, enquanto Ser Humano, está directamente dependente de dois factores principais: as nossas características físico-biológicas e o Meio que nos rodeia. No entanto, aquilo em que nos tornamos, a cada momento da nossa existência, nunca é completamente determinado. No que diz respeito a estes factores, eles influenciam em grande medida a pessoa em que eventualmente nos iremos tornar, mas de maneira alguma significa que estes nossos atributos ditem por exclusivo, à semelhança genética, a personalidade humana.

