Artigo de Opinião
Semana da Saúde
A Pena de Morte
Mas afinal, o que é a pena de morte?
É uma sentença aplicada pelo poder judicial que consiste na execução de um indivíduo condenado pelo Estado.
A esmagadora maioria dos criminosos provém de comunidades/famílias em risco, onde a violência e o crime são frequentes. Assim, podemos constatar que a criminalidade está directamente ligada à desigualdade criada pelas instituições e pelos governantes. Como poderíamos determinar a coerência existente na pena de morte aplicada contra aqueles que são, em primeiro lugar, vítimas do prórpio sistema em que vivem? Quande se executa um criminoso, a sociedade e, acima de tudo, o Governo, abstém-se da responsabilidade de proteger, formar e, neste caso, recuperar os cidadãos. No entanto, e como a noção de justiça pode variar consoante a cultura, existem locais no mundo onde a pena de morte não é nem indolor nem rápida. Nos países islâmicos, se uma mulher trair o seu marido, é apedrejada até à morte em frente a todos aqueles que quiserem assistir ao triste "espectáculo", como podemos observar na Imagem.

Trabalho de Sociologia - Movimento Hippie
A Pobreza em Portugal
Com esta da austeridade, meu senhor,
nem sequer dá para ir desta p’ra melhor.
Os funerais estão por um preço do outro mundo,
dá pra desistir de ser um moribundo.
“Tea Party e Dia dos Crepes”
No passado dia dezanove de Fevereiro de 2010 pela tarde, a turma de Técnicos de Turismo conjuntamente com os professores de línguas estrangeiras aliaram-se com as professoras Teresa Simões e Fernanda Areal na actividade designada por “Tea Party e Dia dos Crepes”.
Português Suave
O Primeiro-Ministro José Sócrates lamentou ontem à noite, em "entrevista" à SIC, o facto do Governo ter passado a ideia errada de que não gostava dos Professores ou dos Magistrados.
José Sócrates: “Deixámos que se instalasse a ideia de que o Governo não gostava dos professores ou dos juízes”.
De facto, se José Sócrates o diz, o que são quatro anos e meio de governação para o contrariar? Mas o facto caricato da questão é que, consequentemente, o Primeiro-Ministro acaba de fazer a espantosa revelação de que, afinal, "gosta" dos professores e dos juízes. Interessante… Vejamos então como reafirma o Governo Sócrates esse “amor”, esse mesmo "amor" do ainda mesmo Sócrates, pela Escola Pública em Portugal. É, certamente, através de declarações como estas:
- “Perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” - Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, Junho 2006.
Educação Sexual nas Escolas
Educação Sexual nas escolas
Considerações (in)actuais
“... numa sociedade de democracia avançada, na qual constitucionalmente é respeitado o direito de opção livre dos cidadãos, relativamente a valores para eles fundamentais, a atitude mais consequente, da parte de todos aqueles que não se revêem na ideologia que subjaz a este decreto, seja a de objecção de consciência”.
Acaba de ser aprovado um Decreto Lei que introduz a denominada Educação Sexual obrigatória nas escolas portuguesas – públicas e algumas privadas. Nesse sentido, as considerações que irei tecer de seguida são actualíssimas e destinam-se a comentar, criticamente, esse Decreto e até mesmo o acto de ele ser feito e aprovado. Ora, ao assumir uma posição crítica em relação ao conteúdo do referido Decreto e ao próprio acto da promulgação, estas considerações tornam-se «inactuais», pois a maioria dos meus contemporâneos, possivelmente, não verão qualquer problema no sucedido. É esse um dos enigmas das nossas sociedades, ditas de democracia avançada, altamente crentes na liberdade humana, até mesmo defensoras da liberdade individual – e ao mesmo tempo insensíveis a intervenções colectivistas, massificantes e mesmo ideológicas. Talvez estejamos já a experimentar aquele «admirável mundo novo» de que nos falava Huxley. Mas vamos directamente ao assunto.
REFLEXÕES
“As Mudanças e a EDUCAÇÃO”
Convite


