Artigo de Opinião

Documentos, informações ou ficheiros úteis para o trabalho dos professores

Semana da Saúde

 

Convite

 
 
Convidamos toda a comunidade escola a participar no nosso Workshop sobre produtos naturais, mais especificamente, máscaras faciais e máscaras capilares. Prometemos um ambiente cheio de energia positiva.
 
Aparece, Quarta-feira dia 24, às 10:00 no Bufete!
 

A Pena de Morte

Retrato de Sofia

Mas afinal, o que é a pena de morte?

É uma sentença aplicada pelo poder judicial que consiste na execução de um indivíduo condenado pelo Estado.

A esmagadora maioria dos criminosos provém de comunidades/famílias em risco, onde a violência e o crime são frequentes. Assim, podemos constatar que a criminalidade está directamente ligada à desigualdade criada pelas instituições e pelos governantes. Como poderíamos determinar a coerência existente na pena de morte aplicada contra aqueles que são, em primeiro lugar, vítimas do prórpio sistema em que vivem? Quande se executa um criminoso, a sociedade e, acima de tudo, o Governo, abstém-se da responsabilidade de proteger, formar e, neste caso, recuperar os cidadãos. No entanto, e como a noção de justiça pode variar consoante a cultura, existem locais no mundo onde a pena de morte não é nem indolor nem rápida. Nos países islâmicos, se uma mulher trair o seu marido, é apedrejada até à morte em frente a todos aqueles que quiserem assistir ao triste "espectáculo", como podemos observar na Imagem.

Trabalho de Sociologia - Movimento Hippie

Retrato de Elisabete
Movimento Hippie“Tribos urbanas”
 
     O artigo pretende deixar no leitor uma noção mais aprofundada do que são as chamadas “tribos urbanas” e analisar, num ponto de vista social, um movimento em particular - o Hippie.
     E o que são tribos urbanas? São um número imenso de grupos que se caracterizam pelas suas diferenças em relação à alimentação, à cultura, ao vestuário, à forma de pensar e de agir e, naturalmente, ao meio social em que se integram, sendo que cada grupo tem como objectivo primordial alcançar um elevado número de indivíduos apologistas dos seus ideais.
     O termo “hippie” (derivado da palavra inglesa “hipster” – pessoas que se envolviam com a cultura negra) foi utilizado pela primeira vez a 6 de Setembro de 1965 num jornal de S. Francisco. A sua propagação ficou a dever-se ao surgimento da geração Beat, nos EUA, um conjunto de escritores e artistas que, inicialmente, adoptaram os procedimentos copiados pelos hippies.
     Esta contracultura, teve uma grande prosperidade nos anos 60, embora tenha sido nos anos 70 que o Brasil tenha conhecido a força deste movimento.
     O modo de vida comunitário tendia para um socialismo – anarquista e para uma vida relacionada com a natureza, negando o nacionalismo e a Guerra do Vietname (como negavam qualquer outra guerra) e são defensores do budismo e do hinduísmo. Para os hippies, o patriotismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores socialistas tradicionais não fazem qualquer sentido pois, segundo eles, estes aspectos fazem parte de um “grupo ilegítimo”.

A Pobreza em Portugal

Com esta da austeridade, meu senhor,
nem sequer dá para ir desta p’ra melhor.
Os funerais estão por um preço do outro mundo,
dá pra desistir de ser um moribundo.

 

“Tea Party e Dia dos Crepes”

No passado dia dezanove de Fevereiro de 2010 pela tarde, a turma de Técnicos de Turismo conjuntamente com os professores de línguas estrangeiras aliaram-se com as professoras Teresa Simões e Fernanda Areal na actividade designada por “Tea Party e Dia dos Crepes”.

Esta actividade foi muito enriquecedora, pois permitiu uma maior e melhor convivência entre alunos, professores e funcionários. Além disso, esta actividade foi especial no sentido de que proporcionou uma experiência inovadora e adequada à nossa formação.
A diversão esteve sempre presente no decorrer da acção que contou com a colaboração de todos os presentes que se empenharam na concretização das tarefas propostas.

Português Suave

Retrato de Cláudio Teixeira

   O Primeiro-Ministro José Sócrates lamentou ontem à noite, em "entrevista" à SIC, o facto do Governo ter passado a ideia errada de que não gostava dos Professores ou dos Magistrados.

   José Sócrates: “Deixámos que se instalasse a ideia de que o Governo não gostava dos professores ou dos juízes”.

   De facto, se José Sócrates o diz, o que são quatro anos e meio de governação para o contrariar? Mas o facto caricato da questão é que, consequentemente, o Primeiro-Ministro acaba de fazer a espantosa revelação de que, afinal, "gosta" dos professores e dos juízes. Interessante… Vejamos então como reafirma o Governo Sócrates esse “amor”, esse mesmo "amor" do ainda mesmo Sócrates, pela Escola Pública em Portugal. É, certamente, através de declarações como estas:

  • “Perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” - Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, Junho 2006.

Educação Sexual nas Escolas

Educação Sexual nas escolas
Considerações (in)actuais

“... numa sociedade de democracia avançada, na qual constitucionalmente é respeitado o direito de opção livre dos cidadãos, relativamente a valores para eles fundamentais, a atitude mais consequente, da parte de todos aqueles que não se revêem na ideologia que subjaz a este decreto, seja a de objecção de consciência”.

Acaba de ser aprovado um Decreto Lei que introduz a denominada Educação Sexual obrigatória nas escolas portuguesas – públicas e algumas privadas. Nesse sentido, as considerações que irei tecer de seguida são actualíssimas e destinam-se a comentar, criticamente, esse Decreto e até mesmo o acto de ele ser feito e aprovado. Ora, ao assumir uma posição crítica em relação ao conteúdo do referido Decreto e ao próprio acto da promulgação, estas considerações tornam-se «inactuais», pois a maioria dos meus contemporâneos, possivelmente, não verão qualquer problema no sucedido. É esse um dos enigmas das nossas sociedades, ditas de democracia avançada, altamente crentes na liberdade humana, até mesmo defensoras da liberdade individual – e ao mesmo tempo insensíveis a intervenções colectivistas, massificantes e mesmo ideológicas. Talvez estejamos já a experimentar aquele «admirável mundo novo» de que nos falava Huxley. Mas vamos directamente ao assunto.

REFLEXÕES

Retrato de João Pereira

 “As Mudanças e a EDUCAÇÃO”

 
O boneco fica pronto para a cerimónia do pódio e receber o prémio para que tanto trabalhou, suadamente se sacrificou, corajosamente se afoitou.
 
“Ninguém sabe a quantas anda”, diz o nosso povo que é o pilar que sustenta e impulsiona o verdadeiro desenvolvimento das nações e o garante da matriz cultural que as gerações vão herdando na forma de património cultural e material. Num ápice, o aço e o ferro que alicerçavam e mantinham de pé e com firmeza todo o edifício, dentro do qual nos tínhamos instalado, cómoda e confiadamente, cancerigenou e corrompeu como uma enorme metástase todo o tecido económico e sóciocultural. Veio a crise e para desgraça de todos não vai escapulir-se tão cedo, pois os senhores que governam as nações, por norma, propensos à vaidade e à convicção da superioridade dos seus genes, deixam-se, não raras vezes, bajular por correligionários e gente sem escrúpulos e acomodam-se à sua própria divinização, adormecendo no brilho e fascínio da auréola do poder. Agarrados ao brilho do poder e às palmas e louros dos apaniguados prosélitos, reinam como seres fictícios e falam aos peixes com discursos empolgantes, colocando-se a jeito para a bajulação, a troco de ilusões ou alguns restos do que sobra da opípara mesa do erário público. Exímios na retórica e subservientes da comunicação social radiofónica e televisiva, que facilmente se presta a muitas coisas em nome da informação e do interesse público, formatam os cidadãos para um mundo light, ou seja, para um homem sem essência, sem conteúdo, entregue ao dinheiro, ao poder, ao êxito e ao prazer ilimitado e sem restrições. Este ser, “carecido de pontos de referência ou volatilizado pelo instantâneo e fragmentário, vive num grande vazio moral e não é feliz, ainda que tenha materialmente quase tudo”